07 EBAN Congress & 2nd Award Ceremony

Notícias
 
Business Angels anseiam por
incentivos fiscais
EBAN propõe Semana Europeia
de Business Angels
Ingleses dominam Prémios EBAN
Formação dos business angels
é uma das melhores práticas

InovCapital tem 56 milhões disponíveis
para novos projectos

Relatório do Congresso

7º Congresso EBAN foi o mais participado de sempre

“Este é, sem dúvida, o maior congresso que a European Business Angels Network já organizou”, constatou Anthony Clarke, presidente da EBAN, olhando para as três centenas de business angels sentados nas cadeiras do auditório do Centro de Congressos do Estoril. Os investidores vieram dos quatro cantos do mundo e durante dois dias deram provas de que a rede está bem viva e demonstra grande dinamismo. “É muito encorajador que a Comissão Europeia esteja a apoiar os business angels e esperamos que Portugal aproveite a presidência da União Europeia, no segundo semestre, para desenvolver esta actividade”, desafiou Anthony Clarke.

O presidente da EBAN considerou que a Europa “ainda é minúscula em matéria de business angels, comparada com os Estados Unidos da América, onde só em 2006 os business angels investiram mais de 26 mil milhões de dólares”. Lamentando que nem todos os governos europeus estejam a reconhecer a importância destes investidores, Anthony Clarke confirmou que a maior parte dos investimentos está a ser canalizada para fases mais avançadas dos negócios, faltando apoio para os projectos na sua fase inicial.

O desafio lançado por Anthony Clarke parece ter sido bem recebido pelo representante do Executivo português. António Castro Guerra, secretário de Estado Adjunto, da Indústria e da Inovação, assumiu querer “trabalhar em conjunto com as redes de business angels, nomeadamente na difusão de informação e conhecimento sobre este tema”, até porque o Executivo “tem os olhos fixos na Agenda de Lisboa, procurando iniciativas que podem levar ao crescimento do emprego”. Lembrando que o Governo português criou as duas primeiras empresas de capital de risco há 20 anos, António Castro Guerra lamentou a falta de empreendedorismo que considera ainda existir em Portugal e realçou o papel dos dois instrumentos financeiros – Finicia e Fincresce – criados para apoiar pequenas e médias empresas nos seus processos de inovação.

     
Layout by Brandera © 2007
Portuguese English